Familia Galvao-Costa Web Site
Celso Deusdeti Costa
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O meu nome é Celso Deusdeti Costa e eu iniciei este site.O site foi criado usando o MyHeritage.com. Este é um excelente sistema que permite a qualquer um, como você e eu, criar um site privado para sua família, criar sua árvore genealógica e compartilhar fotos de família. A nossa árvore genealógica está publicada online neste site! Existem 57 nomes no nosso site de famÃlia.O site foi atualizado em 16 de ago de 2024, e ele tem atualmente 1 membro(s) registrado(s). Se você deseja se tornar um membro também, por favor clique aqui. Aproveite! ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE AS NOSSAS ORIGENS: Familia "Costa" Assim como a família de onde partimos é uma mescla das famílias “Costa”, por parte do patriarca Sr Sebastião, e “Galvão”, por parte da matriarca D. Maria, iniciemos esta discussão, primeiramente, pelo lado do ramo paterno. A origem da família Costa é bem difusa, na verdade não existe apenas uma família Costa, já que na Europa eram denominadas "da Costa" todas aquelas pessoas que vinham da região costeira, esse costume surgiu no Império Romano e se arrastou até meados da Era Moderna, por isso existem famílias Costa praticamente em todos os países que atualmente cobrem a área do Antigo Império Romano, principalmente na Itália, Espanha e Portugal. Para outros autores, o apelido Costa, como hoje o conhecemos, identificou uma família da nobreza medieval portuguesa que deriva de um protonotário apostólico (um protonotário apostólico é um membro, de honra ou não, da Cúria Romana. Na Roma antiga havia sete regiões notarias. Com o desenvolvimento da administração pontifícia, essas sete se tornaram os palácios notários da chancelaria papal. Na idade média os protonotários eram oficiais pontifícios de alto nível, comumente elevados diretamente ao cardinalato, contudo sua importância foi gradualmente diminuindo) que viveu em Portugal no início do séc. XIII, de origem grega e denominado Nicolau Kosta. Ainda outros autores o classifica de mais remotas origens e o indicam como ter sido usado no tempo de Don Afonso Henriques em Portugal. Uma das ramificações de origem nobre da família Costa surgiu na “Quinta da Costa”, em Guimarães. É claro que como esta, surgiram muitas outras devido às regiões de origem que tinham o nome Costa. Talvez pela falta de uma origem única, algumas famílias Costa traziam consigo outro sobrenome para diferenciá-las das demais famílias Costa. O substantivo próprio que designa lugar “Costa” é bastante comum, o que explica a quantidade de pessoas de igual apelido. A mais antiga linha de Costas que se encontra devidamente documentada é a da mulher de Martim Gil Pestana, escudeiro nobre que viveu em Évora na segunda metade do séc. XIII e que se estende até finais do séc. XIV. Assim sendo, a liderança destes Costas, se não a de todos eles, veio a cair na Casa dos Silveiras, Condes da Sortelha. O Brasão, com o ramo “dos Costas”, da Cardeal de Alpedrinha, ditos senhores de Pancas, D. Jorge da Costa, usa as armas que este adaptou com o “corpo” da empresa daquele purpurado (tingido da cor púrpura): partindo do primeiro na cor azul, com uma roda de Sta Catarina, de ouro, armada de prata, com o segundo na cor vermelha, com 6 costas de prata, postas 2, 2 e 2, firmados nos flancos. O “timbre” têm duas costas de prata, passadas em “aspa” e atadas em vermelho. Mencionam alguns especialistas da ciência e da arte de descrever os brasões e armas ou escudos, as “costas” destas armas não são representação de ossos, mais sim de um tipo de faca designada de “costa”. Curiosamente, o Cardeal de Alpedrinha, D. Jorge da Costa, nasceu em Alpedrinha no ano de 1406, filho de Martim Vaz e Catarina Gonçalves. Estudou em Paris e foi prelado em várias dioceses: Bispo de Évora em 1463, Arcebispo de Lisboa, em 1464 e Arcebispo de Braga, em 1501. Foi feito Cardeal pelo Papa Xisto IV, em 18 de Dezembro de 1476, com o título dos Santos Pedro e Marcelino. Foi Cardeal de Portugal em Roma, durante o pontificado de quatro Papas (Inocêncio VIII, Xisto IV, Alexandre VI e Júlio II); tendo contudo no conclave a seguir a Alexandre VI sido D. Jorge da Costa o escolhido para Papa. Renunciou ao cargo, vindo a eleger-se em nova votação Júlio II, que no momento da “obediência”, dispensou D. Jorge da Costa de se ajoelhar para o fazer subir os degraus do trono, para, com um beijo na fronte e um abraço de reconhecido apreço, lhe dizer: “Se estou neste lugar, a ti o devo. Eu serei o Papa de direito. Mas tu serás o Papa de facto”. D. Jorge da Costa foi quem representou Portugal na assinatura do histórico Tratado de Tordesilhas onde ficou conhecido como Cardeal de Portugal, e mereceu que Nuno Gonçalves lhe desse um lugar de relevo entre as figuras históricas de “Painel de S. Vicente”, onde é referido como o Arcebispo.Devido a incompatibilidades com o rei D. João II, foi viver em Roma em 1483, onde acabou por passar grande parte da sua vida, governando a partir da Cúria Romana a diocese. Por onde passou deixou marcas da sua personalidade. Deve-se a D. Jorge da Costa a criação da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, com todo o apoio que deu à Rainha D. Leonor, tendo articulado influências em Roma para que a nova instituição surgida em Portugal tivesse o reconhecimento do Papa. Em Évora, enquanto bispo daquela diocese, consagrou o Mosteiro de Santa Clara. Foi também o Cardeal, que, a pedido da Rainha D. Leonor, facilitou a elaboração dos estatutos do Hospital das Caldas. D. Jorge da Costa, célebre Cardeal de Alpedrinha, morreu exilado em Roma, em 19 de Setembro de 1509, por contrariar a política centralista imposta à nobreza pelo rei D. João II. Merece, pois, D. Jorge ser evocado e ver perpetuada a sua memória, não só no País e na Igreja que serviu, como sobretudo na sua terra natal que tanto se honra com a sua lembrança. Personalidades mais importantes no Brasil: Vejamos algumas personalidades de destaque desta família. Duarte da Costa, foi o segundo Governador Geral do Brasil, aqui chegando no ano de 1553. Veio em sua companhia Fernão Vaz da Costa, seu tio, que em 1591 aparece como vereador da Câmara de Salvador. D. Duarte da Costa era filho de Álvaro da Costa e sua mulher D. Madalena da Silva. O avô de D. Duarte, também Álvaro da Costa, era o Deão da Sé da Guarda, em Portugal. Um outro ancestral de D. Duarte, que também tinha o nome de Álvaro foi camareiro-mor e armeiro-mor do rei Dom Manuel, o Venturoso. Tratava-se, portanto, de uma família nobiliárquica. Duarte da Costa, porém, não fez bom governo e teve que voltar para Portugal com sua família. Ele também era armeiro-mor do rei e irmão colaço de D. João III. Francisco da Costa, famoso Capitão e guerreiro, foi enviado a Ilhéus para combater os terríveis índios aimorés com um batalhão formado por indígenas da Paraíba. Era proprietário da Ilha dos Frades, no Recôncavo baiano, onde construiu a capela de Nossa Senhora de Loreto em 1645, ainda hoje existente. O famoso Barão de Loreto, Franklin Dórea, mais de dois séculos depois, teve seu Título inspirado nesta capela (por sugestão da Princesa Isabel), que na época lhe pertencia. Domingos Antunes da Costa, quando tinha 39 anos servira exemplarmente, achando-se “em muitas ocasiões de guerra contra os holandeses”, “...havendo-se com bom procedimento na recuperação das fortalezas do Recife trabalhando dia e noite nas suas trincheiras e plataformas que se fizeram entre muita quantidade de balas de artilharia que o inimigo atirava”. Ganhou sesmaria em Caravelas, na Bahia, no ano 1701. Tornou-se tenente do mestre de campo general no ano de 1703. Jorge Lopes da Costa, era pessoa influente na cidade do Salvador, onde exerceu funções, como procurador da Câmara, tesoureiro da Misericórdia e procurador da Condessa de Linhares (filha de Mem de Sá). No entanto, foi acusado de ser judaizante pela Inquisição em 1633 e 1645. Manuel Paes da Costa, nascido e residente na Bahia, era filho de Agostinho Paes da Costa e Catarina da Fonseca, neto do sargento-mor Manuel Rodrigues da Costa, português do Alentejo. Capitão de infantaria em 1679, era também irmão da Santa Casa e ganhou sesmaria de 11,5 léguas no sertão de Itabaiana. E assim, como as outras famílias que vieram da Europa para o Brasil, os Costa foram se multiplicando e se miscigenando com as outras estirpes. Do século XVI até nossos dias eles se tornaram também uma grande família que prestou inestimáveis serviços à Pátria. Destacam-se entre os membros desta família vários sertanistas, espécies de bandeirantes que desbravaram nosso “campo”, alguns dos quais citamos a seguir: Gonçalo da Costa, português, morava em Cananéia onde se dedicava ao tráfico de escravos e preação de índios. Posteriormente prestou serviços à Espanha, acompanhando o explorador Cabeza de Vaca à região platina, sendo ele quem conduzia a nau capitânia; João Gonçalves da Costa, também português, morava em Cachoeira, Bahia, tendo vasculhado os sertões baianos a procura de riquezas até o ano de 1730; Julião da Costa, natural da Bahia, acompanhou o grande descobridor e sertanista Gabriel Soares de Sousa como capitão de entrada. Exploraram principalmente o sertão do Rio Paraguaçu, início das entradas da Bahia; Lázaro da Costa, chefiou uma bandeira que partiu de São Paulo em 1615 com o objetivo de combater os índios Carijós, alcançando ao final das terras de Santa Catarina; Lourenço da Costa, também bandeirante no século XVIII, natural de São Paulo, descobriu ouro nos morros próximos de São João Del Rei (MG), cujas minas se chamaram São Francisco Xavier. No século anterior um homônimo seu, também bandeirante, acompanhou Nicolau Barreto até o Guairá em 1602; Manuel da Costa, outro bandeirante, natural de São Paulo, em 1663 acompanhou uma bandeira com destino hoje controvertido. Foi companheiro de Fernão Dias Paes; Manuel Veloso da Costa, bandeirante do século XVII, paulista, fez várias incursões nos sertões do Paraná em busca de ouro e prata; Matias João da Costa, sertanista mineiro, explorou em 1707 as terras das margens dos rios Jequitinhonha e Pardo; Miguel Pereira da Costa, sertanista português do século XVIII, era também militar com a patente de mestre-de-campo e foi um dos pioneiros na exploração do Rio de Contas na Bahia, tendo deixado minucioso relatório; Salvador Pereira da Costa, bandeirante paulista do século XVIII, foi um dos primeiros descobridores de ouro em Minas Gerais. Mas, hoje, a família Costa tem filhos com profissões também muito honrosas como os políticos: Afonso Gonçalves Ferreira da Costa, também filólogo, pernambucano, foi prefeito de Recife, deputado federal em 1897 e 1911, publicou algumas obras de natureza filológica; Artur de Sousa Costa, político gaúcho, foi também presidente do Banco do Brasil de 1931 a 34 e ministro da fazenda até 1954 quando Getúlio morreu; José de Resende Costa, foi preso juntamente com seu pai na Conjuração Mineira, deportado para Cabo Verde durante 10 anos, e quando voltou ao Brasil foi eleito deputado em 1821 e 1823; Artur da Costa e Silva, ex-presidente da república durante o regime militar, nasceu em Taquari(RS), no ano de 1902. e faleceu no Rio em 1969. Da mesma forma destacam-se alguns militares de prestígio como: Euclides Zenóbio da Costa, comandou a primeira Divisão de Infantaria da FEB e participou das operações na Itália em 1945. Chegou a ser ministro da guerra no governo de Getúlio; Cândido Costa, também magistrado, fazia parte do Conselho Supremo Militar de Justiça quando faleceu em 1909; Dídio Iratim Afonso da Costa, paranaense de Guarapuava, escreveu várias obras de caráter histórico-militar; Valdemar de Figueiredo Costa, carioca, exerceu as funções de magistrado militar chegando a ser Ministro do Supremo Tribunal Militar em 1965. No campo religioso os Costa também foram destaque, pondo-se em evidência: o grande bispo D. Antônio de Macedo Costa, baiano, bispo do Pará, preso juntamente com D. Vital na famosa “Questão Religiosa” do Império. D. Macedo Costa era personagem de destaque também nos meios intelectuais. Merece menção o cardeal português D. Jorge da Costa, uma das principais figuras do clero em sua época (faleceu em 1508), era confessor e conselheiro do rei D. Afonso V. Contrapondo-se ao brilho de figuras tão marcantes tivemos o cismático Carlos Duarte Costa, o chamado “bispo de Maura” que criou a “Igreja Brasileira”. Temos nesta família também artistas, médicos, poetas etc, como: Cáudio Manuel da Costa, o famoso poeta que participou da conjuração mineira juntamente com Tiradentes; Domingos de Almeida Martins Costa, médico brasileiro tido como o fundador da cardiologia brasileira; Gobert de Araujo Costa, bacteriologista brasileiro de renome; João Batista da Costa, pintor paisagista carioca, tendo estudado em Paris e realizado obra romântica; João Zeferino da Costa, pintor, foi discípulo de Vitor Meireles, sua obra de destaque foi a decoração da Igreja da Candelária, no Rio; Lúcio Costa, famoso arquiteto e urbanista brasileiro; Manuel Inácio da Costa, escultor baiano do século XIX, autor de obras sacras de grande valor e piedade. Há uma versão que dá alguns membros da família Costa como descendentes de judeus, muitos dos quais eram tidos como “Cristãos Novos”. Um exemplo foi o português Gabriel Acosta, também chamado Uriel da Costa, filósofo português de origem judaica, nascido em 1591. Denunciado, fugiu da Inquisição para a Holanda, onde retornou oficialmente ao judaísmo. Expulso também pelos judeus, suicidou-se em 1647 em Amsterdã na Holanda. A cantora Elis Regina Carvalho da Costa pode ser destacada como personalidade atual de renome desta família. Brasões de famílias “Costa” Os brasões acima trazem costelas de prata sobre um fundo vermelho, isto por que costa também trazia a idéia de costela, algumas literaturas referentes às famílias Costa usavam esta relação com a palavra costela, por isso, muitos acreditam erradamente que a origem da adoção do sobrenome Costa esteja relacionada à palavra costela. Família “Galvão”. Em construção.....
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